RÔMULO FERREIRA
Reportagem do VERBO ONLINE, em Embu das Artes
O governo Chico Brito (PT) convocou servidores para limpeza da prefeitura, também inundada com a chuva forte no sábado (26) em Embu das Artes, “decretou” o cancelamento do atendimento ao público nos três últimos dias de expediente no ano para recuperação do prédio, e virou alvo de críticas por não disponibilizar os mesmos recursos a moradores e empresários afetados pela enchente e interromper o funcionamento da sede da administração municipal.

De acordo com o governo, a enchente atingiu a praça de atendimento, as secretarias de Gestão de Pessoas, Finanças, Assuntos Jurídicos e Procon, Controladoria, e os almoxarifados da Saúde e da Assistência. Já no domingo, porém, um caminhão-pipa e muitos funcionários foram vistos na prefeitura na limpeza do local. “Queria saber por que o nosso prefeito não disponibiliza também para os munícipes que tiveram suas casas alagadas”, questionou uma moradora.
Lojistas também tiveram que se virar por conta própria para retomar os negócios após o caos com a enchente. Dona e funcionárias de salão de beleza na avenida Elias Yazbek, em pleno centro, correram para retirar água do local, limpar poltronas e higienizar o salão para voltar a atender. “Perdemos tudo, isso é a vergonha do Brasil, nós que trabalhamos duro, pagamos impostos abusivos, nem o direito temos de trabalhar”, disse a microempresária Thabata Camargo, 30.
Empresários da cidade afirmam que o governo municipal não atuou para prevenir a enchente e não devia suspender o atendimento ao público. “Parece piada não fosse um desastre. O empresário arca com todo o prejuízo de uma ação que não foi feita pela prefeitura e depois paga por serviço que não vai ter, porque simplesmente fecharam o prédio por conta do alagamento”, disse o industrial Hillmann Albrecht, que é vice-presidente da Acise (associação empresarial).
“Agora, todo empresário está lá aberto, porque tem que pagar as contas. Todo mundo passou sábado e domingo levando seus comércios, negócios, e a prefeitura fechada, porque resolveram não trabalhar três dias?”, criticou Hillmann. Ele viu “funcionário até 3 horas da manhã” de segunda limpando a prefeitura, mas caminhão-pipa não. “Não tinha nada para limpar as ruas, nada para os ajudar os empresários, que tiveram só prejuízo, e do grande”, afirmou.
A prefeitura disse ter atendido 60 famílias do Centro, Jardim Novo Embu, Sílvia, Itatuba e Parque Industrial em trabalho “que começou no momento da chuva, se estendeu por todo o domingo e continua nessa segunda-feira”, em informe publicado só ontem. “Só agora!!! Dias depois do ocorrido”, criticou Midori Fogaça. “Não sei onde começou o trabalho na hora da chuva! Pois não vimos ninguém no sábado no horário da chuva, a cidade ficou um caos”, afirmou Hilka Caldi.






Lá na Estrada do Enomoto, ninguém passa. a Prefeitura não faz manutençao naquela rua, (Rua Taji Takahashi – antiga Estrada da Casa Velha) – Só vejo, um ou outro morador fazendo a manutenção da Estrada. No site da Prefeitura a mesma faz ‘merchandasing’ do Clube Enomoto e da Casa Luso-Portuquesa, mas a via ela não cuida. Que cidade das Artes é esta, que convida o turista, mas nem a manutenção da via faz.(há no mínimo: 03 anos que a Secretaria de Serviços Urbanos não patrola a via que é de chão ‘batido` embora haja dezenas de pedidos dos munícipes para que cuide daquela estrada). Até quando vamos esperar? Senhor ‘Perfeito’, olhai por nós.