5 ônibus são atacados em menos de 1 hora e têm vidros estourados na av. Aprígio em Taboão da Serra

4 coletivos, da Viação Pirajuçara, foram depredados em 30 minutos; 1, da Miracatiba, também foi alvo; apesar do susto, nenhum passageiro se feriu e ninguém foi preso

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Dois dos cinco ônibus que foram atacados com pedras ou bolinhas de gude nesta terça-feira na avenida Aprígio Bezerra da Silva, ex-rodovia Régis Bittencourt, em Taboão da Serra; nenhum passageiro ficou ferido e ninguém foi preso | Divulgação

Cinco ônibus foram atacados com pedras ou bolinhas de gude na tarde desta terça-feira (1º) em Taboão da Serra. Quatro ataques tiveram como alvo coletivos da Viação Pirajuçara e aconteceram em intervalo de apenas 30 minutos, segundo a empresa. Um veículo da Viação Miracatiba também foi alvejado. Vidros laterais dos ônibus foram estourados e chegaram a atingir passageiros, durante as viagens, mas os usuários não ficaram feridos. Ninguém foi preso.

Os ônibus da Pirajuçara vandalizados foram quatro que operam linhas intermunicipais e um, municipal (circular), todos na avenida Aprígio Bezerra da Silva, antiga rodovia Régis Bittencourt em Taboão. O ônibus do transporte local, o Circular 4 (Viação Fervima, do grupo da Pirajuçara), foi o primeiro a ser atacado, a pedrada, às 14h55, próximo ao Shopping Taboão. Às 15h10, um coletivo da linha 300 (São Judas-Metrô Vila Sônia), de prefixo 11.571, foi atingido no mesmo local.

Às 15h20, também foi alvejado um ônibus da linha 090 (Jardim Casa Branca-Metrô Vila Sônia), o de prefixo 11.416, próximo à praça central, a Nicola Vivilechio, sentido largo do Taboão. Já às 15h25 o coletivo atacado foi o da linha 079 (São Judas-Metrô Vila Sônia), de prefixo 11.557. O carro 15.1196, da Miracatiba, também foi atacado perto da praça, em intervalo de menos de uma hora, e foi levado à frente da Delegacia Central de Taboão (1º DP) para registro da ocorrência.

Os ônibus alvejados foram recolhidos, com prejuízos às empresas – cerca de R$ 1 mil por janela estilhaçada – e transtorno aos usuários. A Secretaria Estadual de Segurança não se pronunciou sobre a nova onda de ataques – do fim de dezembro do ano passado (dia 25) a janeiro (dia 22), 15 ônibus foram depredados, todos na avenida Aprígio. A via, municipalizada, não é mais patrulhada pela Polícia Rodoviária Federal e raramente tem circulação da Polícia Militar.

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