ADILSON OLIVEIRA
Especial para o VERBO ONLINE, em Taboão da Serra
O candidato a prefeito de Taboão da Serra Eduardo Nóbrega (MDB) promete valorizar os profissionais da saúde, abrir as unidas básicas de saúde até as 22 horas, inaugurar a primeira policlínica do munícipio, criar centro de diagnóstico por imagens com tomógrafo e ressonância magnética da prefeitura, implantar o programa “Remédio em Casa” e construir uma UBS. Ele fala em oferecer “saúde digna, um sistema que funcione e acabar com fura-fila”.
Nóbrega diz que primeiro valorizará os profissionais, com remuneração maior segundo a função. “Houve um abandono, temos uma legislação simples de ser aprovada, a que muda a produtividade de algumas categorias. Infelizmente, o prefeito Fernando Fernandes não toma essa posição, é inadmissível. Iremos fazer. Tem a questão da insalubridade para aqueles do administrativo que trabalham nas unidade de saúde e deve ser concedido”, diz.
Ele afirma que estenderá o funcionamento dos postos e implantará novo serviço. “Queremos uma saúde de muita qualidade, como é a de Barueri, como está sendo transformada a de Cajamar. Para isso, vamos fazer [funcionar] as UBSs até as 22 horas para que possamos oferecer acesso ao clínico-geral. Posteriormente, em 180 dias, quero inaugurar a primeira políclina pública de Taboão da Serra, para que o povo tenha acesso aos especialistas”, afirma.
O candidato promete que, “na sequência”, Taboão terá um centro de diagnóstico por imagem. “Hoje, a mulher não tem o direito a fazer exame de mamografia, de ultrassom transvaginal, as pessoas morrem no [Pronto-Socorro] Antena, esperando um exame de tomografia – só o HGP [Hospital Geral do Pirajuçara] que faz e ainda quando o tomógrafo está funcionando. Teremos tudo isso aqui, tomografia e ressonância magnética em Taboão”, destaca.
Nóbrega se compromete a entregar medicamentos na casa dos pacientes, por meio dos agentes de saúde. “Para aquelas pessoas que não podem retirar nas UBSs e para as que fazem utilização de remédio contínuo. Vamos valorizar os agentes com um salário equiparado ao da região, Taboão paga um dos menores salários para o agente de saúde. Queremos uma saúde digna, um sistema que funcione e acabar com o fura-fila da saúde”, critica.
Ele diz também que irá erguer uma UBS. “O problema de Taboão hoje não está na construção de novas unidades, mas pretendo, sim – pretendemos, eu e o professor Moreira [PDT] – construir a unidade do Parque Albina/Maria Rosa. Ali havia uma. Como o Fernando inaugurou a unidade do Marabá/Oliveiras, acabou retirando a que tinha naquela região, prejudicando demais a população do Maria Rosa, Jardim Beatriz. Temos que ter uma ali”, aponta.
Nóbrega diz que Taboão, com cerca de 20,5 km2, tem praticamente uma UBS a cada um quilômetro e meio. “O que temos que fazer agora é fazer funcionar – inaugurar as que o Fernando não vai conseguir, a do Parque Laguna e a do Trianon, [construídas com] dinheiro de empréstimo aprovado pela Câmara, que vai começar a ser pago no ano que vem pelo próximo prefeito, e acreditamos que eu e o Moreira vamos pagar – e fazer funcionar”, afirma.
Nóbrega diz que fará funcionar “qualificando melhor os profissionais, remunerando de maneira mais adequada e colocando nas unidades quem gosta de gente”. “Hoje a saúde ainda resiste porque os funcionários fazem acolhimento digno e humanizado, não deixaram que o sistema entrasse em colapso. Se fosse pelo prefeito Fernando Fernandes e pela secretária Raquel [Zaicaner] o povo de Taboão não estaria na UTI, estaria muito pior.”





