Plínio do Pirajussara quer ofertar creche integral, criar novas vagas e ‘dar incentivo’ aos professores

Especial para o VERBO ONLINE

Plínio conversa com eleitor e pede o voto em campanha no próprio reduto, o Pirajuçara; candidato do SD elogia a educação municipal | Adilson Oliveira/Verbo

ADILSON OLIVEIRA
Especial para o VERBO ONLINE, em Taboão da Serra

O candidato a prefeito de Taboão da Serra pelo Solidariedade, Plínio do Pirajussara (como se registrou para o pleito – o correto é “Pirajuçara”), elogia a educação municipal e fala em implantar creche com período integral e aumentar o número de vagas com a construção de novas unidades e ampliação de “parceria” com igrejas. Ele defende que os professores tenham reconhecimento, uma “gratificação”, pelo papel fundamental que exercem no município.

“Na educação, já vem sendo feito um bom trabalho em Taboão da Serra, tanto é que a educação [do município] é uma das mais premiadas”, observa Plínio – o Ideb (índice de avaliação nacional do ensino básico) 2019 de Taboão, divulgado em setembro deste ano, foi de 6,7, enquanto a meta era de 6,3. “O que precisamos melhorar na educação – o que o pessoal [população] pede muito hoje – é ter uma creche com período integral”, diz o candidato.

Plínio promete aumentar as vagas de educação infantil, inclusive fazer convênio com entidades. “Pretendo construir mais creches e vou fazer parceria com igrejas, como já foi feito no passado, para poder zerar essa fila de espera. São muitas mães querendo ajudar o marido, e no ano que vem, com o desemprego em alta [devido à pandemia da covid-19], vai ser de grande importância o prefeito que assumir a cadeira dar esse respaldo”, afirma.

Sobre os locais em que ergueria novas creches, caso eleito, o candidato cita diferentes pontos da cidade. “No [Parque] Laguna está sendo construído [um equipamento], não sei se é creche. Mas temos o Laguna. Temos algumas regiões – o São Judas – em que podem ser construídas mais creches”, aponta – a prefeitura já faz convênio de creche com entidades, inclusive igrejas; no Laguna está sendo construída uma unidade básica de saúde (UBS).

O que precisa melhorar também é a condição dos educadores, diz. “É dar um respaldo a mais aos professores, eles necessitam ter um reconhecimento, são uma categoria sofrida, e formadores de opinião. A gente precisa dar um incentivo. Eu falo [aumentar] o piso salarial, um agrado. Hoje o professor não tem esse reconhecimento, no nosso tempo ele era como se fosse nosso segundo pai, segunda mãe. [É] Dar uma gratificação, eles merecem”, diz.

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