Jovens vítimas de atropelamento são enterrados; avenida Taboão terá 4 radares em funcionamento

João Luiz Ferreira Delfante e Thalita de Sousa Rodrigues, ambos de 25 anos, morreram ao atravessar via na altura do Assaí; motorista fugiu e é procurado

Especial para o VERBO ONLINE

Thalita e João Luiz, de 25 anos, que morreram após serem atropelados na avenida Taboão da Serra, na madrugada de 6ª (20); motorista fugiu e ainda não foi localizado | Divulgação

Os jovens namorados que morreram atropelados na madrugada da última sexta-feira (20) na avenida Taboão da Serra (antiga rodovia Régis Bittencourt) foram enterrados no fim de semana, no Cemitério da Saudade, em Taboão. João Luiz Ferreira Delfante foi sepultado no sábado (21) e Thalita Sousa Rodrigues, neste domingo (22), às 10h. Ele morreu no local. Ela foi socorrida ao Hospital Geral do Pirajussara, mas, com ferimentos graves, não resistiu. Ambos tinham 25 anos.

João Luiz e Thalita foram atingidos por um carro de cor escura, na altura do Assaí, sentido Embu das Artes, por volta de 2h40. O motorista fugiu sem prestar socorro e é procurado pela polícia. Ele estaria em alta velocidade ao atropelar os jovens. O VERBO esteve no Cemitério da Saudade neste domingo e conversou com uma moradora que, a caminho do trabalho, às 6h, passou pela avenida Taboão com a ocorrência ainda em andamento – a via só foi liberada às 6h10.

“Eu fiquei sabendo que os jovens atravessaram no farol [verde para pedestres] certinho. Não sei se esses cruzamentos são necessários. Não tem ninguém que anda ali nessa velocidade”, disse a moradora, sobre o limite de 60 km por hora na avenida. Com motoristas que mão respeitam a lei de trânsito, as travessias viraram um perigo para os pedestres, que antes usavam as passarelas e não corriam risco. A via terá quatro radares, que começam a funcionar em 1º de março.

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