ADILSON OLIVEIRA
Especial para o VERBO ONLINE, em Embu das Artes
Candidata a prefeita de Embu das Artes, Dra. Bete (PSDB) afirma que, se eleita, vai retomar a integração da Guarda Civil Municipal com as forças de segurança do Estado (polícias Civil e Militar) para combater com mais eficiência a criminalidade, investir no videomonitoramento, “principalmente nas divisas do município”, e ampliar o número de guardas municipais por meio de novos concursos, mas “sérios”. Ela diz que vai atuar na “prevenção da violência”.
Dra. Bete promete promover atuação de cooperação estreita entre os órgãos de segurança e com a administração municipal. “A gente precisa unir as nossas três instituições, Polícia Civil, Polícia Militar e GCM, e junto com o poder público [prefeitura] fazer reuniões mensais, porque hoje isso não acontece mais. De repente, tem um lugar que está escuro e precisa do poder público, mas não está ‘linkado’ com as polícias e a nossa GCM”, pontua a candidata.
“A gente não tem acesso aos BOs [boletins de ocorrência] da nossa cidade, não sabe onde está tendo mais índices de violência. Então, a gente quer unir as três forças de segurança”, argumenta Dra. Bete. Em material de campanha, a tucana fala em implantar um “comitê permanente de segurança” composto, além do comando da GCM e das políciais, pela “sociedade e Conseg [Conselho Comunitário de Segurança] para redução dos índices de violência”.
Dra. Bete se compromete a “retomar e ampliar as rondas escolares com a GCM/Polícia Militar”. Ela fala ainda em aumentar o contingente de GCMs. “Quero fazer mais concurso, acho que tem mais de dois anos que a gente [município] não chama novos guardas municipais. Vou aumentar o efetivo através de mais concursos. Concursos sérios”, avisa – o último concurso para GCM, feito em 2019, foi cancelado após denúncias de irregularidades.
Dra. Bete diz também que vai “aperfeiçoar o treinamento dos guardas civis”. “Vou capacitá-los”, afirma. O plano de governo da candidata registrado na Justiça Eleitoral cita ainda “aumentar o número de câmeras de vigilância em parceria com o setor privado, principalmente nas divisas do município”, retomar as “guardas patrimoniais” e “fortalecer a vizinhança solidária”. Dentro da segurança, cita ainda “ampliar e reestruturar a Defesa Civil”.
Ela fala ainda em “colaborar no enfrentamento” da “violência doméstica, racial, etária, gênero e infanto-juvenil”. A política de segurança se dará com “ações de recuperação de espaços públicos e promoção de direitos das pessoas, respeitando as diversas identidades religiosas, culturais, étnico-raciais, geracionais, de gênero, orientação sexual e as pessoas com deficiência, contruibuindo diretamente com a qualidade de vida [da população]”, afirma Dra. Bete.





